
Uma vez a cada semana a cena se repetia: com certa dificuldade, me espremia e esquivava das pessoas dentro do metrô lotado, lutando para conseguir sair intacto com minhas telas e molduras, evitando os olhares contrariados dos egoístas que por certo achavam um absurdo eu estar ali com qualquer coisa que não fosse uma mochila ou bolsa pequena e, de preferência, amassável. Na verdade, penso que a maioria das pessoas desejavam que ninguém mais estivesse...