
Minha mãe sempre falou sobre esse meu estranho hábito de infância de forma intrigada. É provável que eu tivesse cerca de cinco anos e sinceramente não lembro de ter feito isso por tantas vezes quanto ela relata, mas desse dia em específico, recordo-me com certa nitidez. Segundo me disse o ritual era praticamente diário: acordava por volta das três da manhã, ia até a cozinha, pegava um saco com feijões e me despedia dizendo que ia embora para...